POR AÍ

25 08 2009

(Há uns dois anos atrás… da Lapa (RJ) pro Complexo do Alemão, mais especificamente da Brutal pro baile funk da Fazendinha! O bonde: Ainá, eu, Shaw, Tati Andarilha. No banco da frente, esmagados: Tapechu e Funk MPR. No banco na nossa frente: Aori, Path e Karol. Só lazer!!)
Diferente do dia dessa foto, eu não lembro quem tava junto – provavelmente Funk, Tapechu e Shaw, além de um bando de desconhecidos. O destino – baile, claro, mas qual? Mangueira? Jacaré? Ê memória… A Kombosa tremia a cada bumbo do pancadão rolando. Galera descontraída, cantando em côro, quando a blitz dos hómi pára apontando as peças: “Desce todo mundo!” Normal, afinal, a caminho, durante e após o baile, tudo pode acontecer. Um pra parede, dois, três, quatro e… opa! “Pode voltar todo mundo pra dentro, vai rapidin!” Isso mesmo, minha cara japonesa livrou a cara de todos. Rio é mesmo esquisito.

obs: Tati, acredita que rolou Mangueira naquele “dia fatídico” aka “dilúvio na Central do Brasil”?

(originalmente publicado em 03/07/06)





RIO, RIO, RIO

20 08 2009
Será que existe alguém que não goste de lá? Sol rachando (e teoricamente é inverno), praia, milho cozido, biscoitos Globo, Guaravita, baile funk, Lapa e o principal… pessoas queridas… muitas! Qual a melhor cidade para morar, RJ ou SP? Eterno dilema.  

 

BATALHA DO REAL
E por falar em Lapa… Tradicional, Batalha do Real. Tanto tempo “no ar”, sempre cheia. Brutal, só sinistro! Rap carioca, acontecendo ali. Algumas revelações, outros empolgados. Mas sempre em movimento. Psicopata ganha de Ramiro, até então vencedor. Nessa noite, apresentação de Shaw, djs Babão, Tamenpi e Negralha, show do Mahal e Tigrão e batalha pornô engraçadíssima do Funk X Gil. Dá pra ser mais carioca?

BAILE DA FAZENDINHA
Domingo, uh, Fazendinhaaa!! Ponto de encontro, casa do Iky. Da Lapa pra Central, pega kombi que pára no pé do morro. Tudo igual há um ano atrás (Tati, fez falta!). O bonde, Shaw, Iky, Funk, Tapechu, Escamoso e eu. O Complexo do Alemão é formado por 12 comunidades (a Fazendinha, junto com a Grota e a Nova Brasília são as mais noróticas), 280 mil pessoas – nenhum posto de saúde, nenhuma creche, nenhum hospital, nenhum cinema, nenhum teatro. E o lazer? “Baile lotadão, vários bicos, preparados, é Fazendinhaaaa…”. Não é à toa que é visto hoje como um dos morros mais perigosos, violentos e bem armados da cidade, aka “o pulmão do tráfico de drogas do Rio”. Duas equipes, Pit Bull e Big Mix, uma em cada canto. No meio do mar de pessoas, bicos pra cima. AK47, fuzil russo. FAL, fuzil automático leve. AR15 e G3, armamento pesado. O bonde é pesadão, contenção de rajadão. Olhando em volta, poucas pessoas bebendo… mais barato outros baratos, tá ligado? “Titanic, Viagra, sem perder a linha, vende pacarai na boca da Fazendinha. A dose mais forte eu não posso esquecer, coquetel de droga com carimbo do CV… pancadão de cinco com carimbo do CV…”

No palco, Catra, o fiel. “Não beba uísque, beba Nescau, não fume cigarro a maconha é dois real…”

Esbórnia? O baile tem regras. Sem brigas, sem 157, sem olhar pra mulher dOs caras. Curte o baile tranqüilão, como deve ser. Li uma matéria sobre baile funk uma vez (infelizmente não lembro onde, faz tempo) que dizia que o tráfico já virou cultura. Os traficantes, seus ídolos, o funk, seu hino, o estado, seu inimigo, a polícia, seu representante. Ideologia, leis, símbolos. 

“Pode vir, ao som do tamborzão…” tum tcha tcha, tum tum tcha… chapado mesmo é o som, viciada assumida. Funk é oito ou oitenta: ame ou odeie. Apesar dos produtores de funk não se preocuparem em encontrar samples mais originais (vai de Kenny G. a Tarantella – essa inclusive é incrível), nas montagens não se preocuparem com a harmonia, utilizarem a mesma base para trinta sons diferentes (idem para as baterias), é completamente impossível não se contagiar. Impossível ficar parado. Impossível não cantar junto.

“O Complexo do Alemão está em paz, o tráfico é neurótico e o bonde é sagaz”. Dez pras cinco, partiu. No bolso, Sabrina da Provi e um Proibidão, cada um com pelo menos trinta faixas. Passando por Nova Brasília pra Central, pra Lapa, pra casa. Madruga vira dia, segundona de sol.

 

BAILE DA MANGUEIRA
Uns dias depois, baile de novo! Não dá para enjoar. A Mangueira faz parte do Complexo do Lins, formado por Andaraí, Borel, Salgueiro, Formiga, Turano, Fogueteiro, Canta Galo, Pavão, Pavãozinho, Jacaré, Mandela, Manguinho, São João, Sampaio, Matriz, Árvore Seca, Arará, Tuiti, Barreira, Providência e Prazeres.

Ruas, ruelas, escadarias e becos. Ponto de encontro, casa do Gil. Session regada de freestyle, Shaw, Gil e Chip, non stop. Duas da manhã, partiu pro baile, pra somar, Tapechu, Iky e Verônica. Lá, 3 equipes, Sampa Crill (assim mesmo), Piranhão Mix e Linkin Park, uma do lado da outra ao invés de ser uma de frente para outra. Cada vez que mudava a equipe, toda a multidão seguia o pancadão. As ruas, estreitas, davam a impressão de que a qualquer grave mais deselegante, as casinhas em frente voariam.

Um minuto de silêncio pro nosso irmãozinho!” – gritou o dj. Respeito absoluto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . “Tá tomadooo!! Pau no c* do mundo!! Rasga o céu Mangueiraa!” Na multidão, um menorzinho (12? 13?) puxando o bonde do mete bala. “Na vida do crime menor boladão, fumando maconha de G3 na mão“. Independente do contexto, a imagem sempre impressiona, triste. O baile segue. No palco, Sabrina da Provi. Ô mina boladona neurótica, a melhor mc de funk. Solta a voz, vermelhona. “Que careta que é você, fica só no sapatin, é melhor tu dá um dois, na maconha do boldinho…” (…) “aperta logo o quebé, sai rolando pra geral, cada um que dá um doizinho fica fora do normal…

E a batalha eles X elas continua…

Fale quem quiser falar, que eu não vou bater neurose, se vier cheia de marra, vou mandar sentar no poste… senta senta sentaaa…

Eu vou te dar um papo, vê se pára de gracinha! Eu dou pra quem quiser que a p***a da b****a é minha! É minha, é minha, a p***a da b****a é minha! Agora meu amigo vai tocá uma punhetinha, pq eu dou pra quem quiser que a p***a da b****a é minha!!”

E a batalha amantes X fiel continua…

Fiel o carai, vc é empregadinha, lava, passa e cozinha, mas a p**a dele é minha…

Na lei do retorno, as fiel voltam de novo, as amantes tão no baile só mandando o papo torto. Ficam cheias de caozada, tremenda vacilação, correu de mim no inverno, com certeza no verão. Se acaso eu te pegar, vou deixar tirando onda, quero ver, vc dar, dar palinha de hematoma! Dá pa dá pa dá pa dá, dá palinha de hematoma… No calor do baile funk, eu achei um absurdo, lá vem ela, toda tampada, usando óculos escuro. As amigas então perguntam quem é que foi tão cruel, ela olha pra mim, abaixa a cabeça, e eu respondi foi a fiel!”  

“Vamos embora cedo?” “Cedo? Só se for da manhã, porque já são cinco”. Partiu. “Será que amanhã tem o baile da Formiga?” Ô vício…

RIO (mas eu) CHORO
A cada partida, parte antes meu coração. Só por vc arrasto um bonde inteiro.

(originalmente publicado em 30/08/05)





ÉRRE JOTA, MANÉ!

17 06 2009

Feriadão de Tiradentes. Correndo para o Rio. O dia, eu só vi nascendo. A noite, curtida na íntegra.  

BEAT JUNKIES!
Trabalhadora, perdi J.Rocc em Sampa (janeiro) por causa de um freela em Floripa, mas fui compensada. Chego no Rio já chegando no Jóquei, tipo cronometrado. Vivo Open Air, além de J.Rocc tem Melo-D, Shortkut e Rhettmatic. Beat Junkies, baby!

Atrás de mim, uma patizinha no super estilo Malhação (a mais empolgada, pulando e gritando) exclama no meio de um dos mais cabulosos scratches do J.Rocc: “ai que coisa mais irritante!”.  Provavelmente ela achou que a balada tinha começado de verdade na hora que os caras saíram do palco e o dj lançou um Nelly na pista. 


(Melo-D – já produziu para o Dilated e fez várias mixtapes. Ganhou o título de Vestax World Champion (95), além do ITF World Champion (International Turntablist Federation) com os Beat Junkies)


(Na mpc, Rhettmatic - já produziu para artistas como Abstract Rude, Supernatural, Defari, Styles of Beyond, El da Sensei além de, é claro, Visionaries, do qual faz parte. Ganhou o ITF Champions 97 e 98 com o Melo-D, Babu e J.Rocc)

(J.Rocc – Títulos, produções, inúmeras mixtapes e scratches em sons de artistas como Aceyalone, Dilated Peoples, Planet Asia, LMNO, J.Rocc é uma lenda viva do hip hop)


(Shortkut – juntamente com Qbert e MixMaster Mike, formavam o Invisible Skratch Piklz. Já ganhou os títulos de West Coast Disco Mixing Club Champion – DMC (94 e 98) e o Zulu Nation International Champion (96))

(World Famous Beat Junkies!)

 BUNKER
Céu desabando, lava (até) a alma. Quinta-feira, dia de Bunker, Tamenpi, Saddam e Pachu nos toca discos, rap numa pista, pancadão de boate na outra (não lembro o dj). Quinto Andar no palco, De Leve, Shaw e Castro. Raro acontecimento, participação do especial do Chicão da Pepa, a voz original da “Piratão”, junto com o Caramujo Sonolento. 

obs – esquecemos o guarda-chuva na Bunker, no dia seguinte fomos procurar um para repôr. Alguém já tentou comprar um guarda-chuva num dia de sol? ONDE??? Definitivamente, não perca guarda-chuvas alheios. 


(Caramujo e Chicão) 

(Shaw… e ali atrás… hahahahaha Flip! Tinha que ser!) 

 LAPA/ BAILE FUNK NO JACA 
Comemoração mais do que especial: eu e Shaw, formação fechada e eterna. A festa? “É nóis mané, no baile do Jacarééé…” Mó bondão parte da Lapa para o Jaca, noite quente, duas da manhã. Da entrada até as vielas, ruas chapadas de gente, gente chapada nas ruas (mesmo que (e não) só de calor, som alto, luz piscante). Duas paredes de auto(bem ALTO)-falantes, de um lado Studio Mix, de outro Pitbull se revezando. E os bondes cruzando o baile no meio deles, coreografias engraçadíssimas. Aquele bumbo ensurdecedor, treme, tre-treme, tre-treme tudo. Na freqüência limite do (quase in)aceitável, sente até o pulmão reclamando. Mas não tem arrego não. Tum tcha tcha tum tum tcha – “diretoria tá de pé, é nóis mané/ olha a revolta do moleque sofredor/ seu lema é paz, justiça e liberdade/ 100% humildade, sem neurose, sem caô/ Vida do crime que nós vivemos/ traficando no talento, temos que nos libertar/ (…) / Eu peço a Deus que olhe por nós/ prenderam vários amigos mas não calaram a minha voz…” (Sapão)

Cinco e vinte da manhã. Ouvidos surdos, pernas doendo, vozes roucas, sorriso estampado e satisfação plena. Só entende essa sensação quem já foi em um… Baile funk é só lazer!

E nossa união, devidamente comemorada. Destino, Sampa. 

DOMINGO SUBVERSO
Fim do feriado, todo mundo se matando nos engarrafamentos por causa do domingão de sol, eu fui escutar um som bom e encontrar os amigos na Torre.

(originalmente publicado em 26/04/05)





TUM TCHA TCHA TUM TUM TCHA

17 06 2009

Carla? O Funk ligou que tá vindo do Rio com o Frank e o Mascote, vai ter baile em Santos! É nóis?”

É nóis que tá. Eu e Tati andarilhando na balada, desce a serra e o pancadão porque o baile é só lazer! “Sem neurose, sem caô, muita fé no coração! Disposição 100%, até o osso, o bonde é fortemente é só braço nervoso!

Tão chegando?” “Ih, vão indo, a gente tá na serra ainda!” Clube dos Portuários. 5 mil pessoas por baixo… Chegamos no último som do Mascote. Pena. Mas ainda tem Frank, entre vários outros. E não é à toa que o Frank é um dos melhores mcs de funk junto com o Menor do Chapa, Galo e Pé de Pano. “E bota pra cantá, bota! Vários bicos, preparados, é a Baixadaaa!” Bico na cintura, muito fôlego do começo ao fim, clássicos e freestyle (quem disse que no funk não tem free?), participação do Funk (Brutal!). Frank e Funk, a dupla, funk e rap lado a lado, sempre somando.  

Depois, alguns grupos locais. As letras? PCC, baixada santista? Não, CV, Rio mermo. Um pouco estranho. Dj da Furacão 2000 nas pick ups, tum tcha tcha, tum tum tcha até a disposição acabar. E ela acaba. Quase cinco da manhã, serra pra subir, o bonde se recolhe.

 
(MC Frank – “Se veio curtir o baile, vai ser bem recebido, mas se vier mandado, neguin, tu tá fudido!”)

 


(Mc Funk MPR Marginal - o estilo é livre! (obs – olha as caixas, sentiu o grave?)) 

(originalmente publicado em 16/01/05)





ÉRRE JOTA – BAILE DA FAZENDINHA, O RIO É SÓ LAZER

15 06 2009

RIO DE NOITE – BATALHA DO REAL
Sábado, Lapa lotada. Batalha do real, lotada também. Chego bem - no palco Max B.O., Marechal e Papo Reto. Depois, Babão abre espaço nos raaaps e larga o pancadão. Só os clássicos, de “rap da felicidade” a “dança da cabeça”. Pra fechar a noite, R. Mem de Sá, 96 – cola no Nova Capela e come o arroz de brocólis, aprovado até pelo “Sr. Não Como Legumes e Verduras”. E o melhor de tudo, fica aberto até às cinco da manhã.

PANCADÃO CHAPA QUENTE
“Uma hora da manhã o bonde todo se apronta, desce pelas vielas no estilo tipo Colômbia…” (Menor do Chapa)
Uma da manhã, da Central pro baile da Fazendinha. Desce, ainda não, sobe pelas vielas. O baile, tipo Colômbia. Proibidão bombando. Feel the bass. Mas foi só lazer. “O baile é só lazer, o-ba-o-baile é só lazeeer…” E a batalha: bonde das amantes X bonde das fiéis?

 

As amantes: “Vou te dar um papo, é melhor ficar ciente, não deu conta do marido, a gente bota chapa quente! Sai mulher marmita, tu esquenta a gente frita! (…)Tu esquenta tua cabeça pra falar que é fiel, enquanto você esquenta, eu como ele no hotel!”

As fiéis: “Vc é folgada e atrevida, vive dizendo para todos que come geral, ambiciosa, muita despida, diz que quando passa na pista os homens passam mal…mas se liga nesse papo reto que eu vou te falar, se vc comer meu marido vc vai apanhar (…) Meu marido está na pista acho bom tu tá ligada, se tentar sair com ele vai ganhar muita porrada!”

“O marido é meu, porraaa, quando vc tiver disposição, tu vai encontrar o teu, e quando você encontrar o teu, todo mundo vai comê, todo mundo vai comeeeeê!”

Vieram me falar que funk é uma bosta. As rimas das minas numa batalha intimidariam muito mc por aí… Boladonas.

(originalmente publicado em 08/09/04)





RIO DE JANEIRO – BAILE DO SALGUEIRO

15 06 2009

“Aproveitá, sem neurose, vou falá para os funkeiro, vem curti um baile bom aqui no morro do Salgueiro…”

Eu, Shaw, Funk e Tapechu no Salgueiro… Baile noróótico! R$0 para colar (demorô!), nenhuma treta (o baile já parou por dois anos por causa disso), grave bombando (a cada bumbo, uma tremida no chão), e pessoas, muitas pessoas (8.000!)… Tem preparada, tem menor, tem grávida, tem armado, tem nóis. Tudo na paz. Tem trenzinho, tem chão, chão, chão, tem preto e tem branco. Tudo vermelhão. Tem lavagem cerebral também, repetição dos sons até vc decorar tudo. “Árvore secaaaaaaaaa… tipo-ti-ti-tipo Colômbia, ti-ti-tipo Colômbia…”

Eu não ia a um baile funk há uns cinco anos… O último foi com o queridíssimo Sinistrinho (rest in peace) na Rocinha, Furacão 2000, show do Preto e Gorila. Na próxima vez que colar no Rio não deixa de ir, tem muito baile bom. Só se informa antes de subir o morro.    

Ouve aí – Menor do Chapa. Ele tem uma porção de funks e está começando a cantar rap também. Mas ouve os funks, pelo menos por enquanto.

Ouve aí 2 – Menor da Provi. “Bonde chapa quente não atura covardia, se entrar no Tuiti vai virar capa d’O Dia…” e a que cola na mente : “Bota a cara não se espanta, vai saindo de fininho, porque aqui na Providência… é nóis Sapinhoooo”

 UM REAL

E os raps? Claro que colamos, sabadão… Batalha do Real, organizado pela Brutal (só sinistro!), saiu da rua Riachuelo para o último arco da Lapa. Depois do improviso do Marechal e Papo Reto assistimos a umas três batalhas… As batalhas são sempre divertidas, mas contar com a opinião do público é uma avaliação extremamente duvidosa. Por que não colocar juízes, como na batalha de break? Ouvi umas histórias engraçadas sobre isso. Tipo ninguém querer batalhar contra o Akira (RJ) porque ele tem uma mega torcida que grita o nome dele até quando não é ele que está batalhando!! Rs…

Depois, Cine Buraco. O pico é style, lugar bem antigo, fica no final de uma galeria. Não tem como não comentar, as festas daqui são muito diferentes das de lá. A galera, a vibe, os sons, tudo. Diferente, nem melhor, nem pior. Ainda bem, porque é sempre bom mudar de ares… mesmo que por poucos dias.

(Originalmente publicado em 12/07/04)








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