BERLIM

21 02 2012

Aí que a noite mal dormida em Amsterdam pegou. Chegamos podres no hostel que mandou a gente esperar até 15h para fazer o check in. PQP, o jeito foi largar as malas lá, fazer um rolê pelos arredores e comer alguma coisa.

Salsichão, salada de batata, carne de porco empanada, aquela coisa bem saudável… Mas aqui, até um prato descartável fica charmoso hehe.

Schnitzel mit pommes frites (a.k.a. carne de porco à milanesa com batata frita)

E tenho dito!

De noite, devidamente instaladas, banho tomado e baterias com uma carguinha a mais, resolvemos jantar num lugar bacana para compensar o almoço trash. No caminho, aquela espiadinha básica nas lojas, mas já com saudades das liquidações de Londres…

Um restaurante vietnamita todo vermelho e moderninho  foi o escolhido, Monsieur Vuong. A foto do mano, braços fortes e boca preta, estava por toda parte… Mas a comida era maravilhosa, fresquinha, cheia de texturas!

A entrada: rolinhos de camarão super picantes e crocantes

Monsieur Vuong está te observando, Nanda! Cuidado!

Pho Hanoi - (sopa vietnamita feita de frango, macarrão de arroz, coentro, cebolinha, erva doce e outros condimentos)

Mudérrrrnu

Para fazer digestão, fomos a pé até a Alexander Platz (uma praça famosa) e depois a Berliner Fernsehturm que nada mais é do que uma antena de TV. A parada é a super vista de lá de cima e um restaurante giratório, mas nada imperdível, era o que tinha por perto.

Berliner Fernsehturm





MADRUGADA EM AMSTERDAM

12 02 2012

De novo.
Na última viagem deu certo, tentamos repetir a dose: vôo com escala de 11h em Amsterdam = madrugada na esbórnia. Fiquei muito tentada a fazer um bate e volta para a cidade uma semana antes já que ia  rolar simplesmente WU TANG CLAN, mas o corre das aulas não me deu energia (ou grana) para fazer. Me arrependi, claro. E depois me arrependi de novo. E de novo. E assim vou, até conseguir ver um show deles em um lugar decente rs.

Bom, chegamos no aeroporto, malas no locker, compra do ticket de trem pro centro da cidade que ninguém checa, aí lembrei da história do mano que salvamos, menos de um ano antes. Foi tudo tão parecido que quase dá para confundir. Fiz o mesmo trajeto da outra vez (só que agora com a Moc e Nanda), mas paramos num Coffee Shop diferente, o Green House.
- “Tem cerveja? Não encontrei aqui no menu” – perguntou Nanda.
- “Não temos, cerveja faz mal” – o atendente respondeu calmamente, sorrindo – “Quem precisa de cerveja com um cardápio desses?
É, trutinha… Life is good. And green.

De lá, o rolê ficou ainda mais delícia. Comemos num pico de noodles, passamos praticamente pelos mesmos picos da outra vez e eu me achando “A” local só pq passei uma madruga lá.

Cansadas, resolvemos voltar para o aeroporto e dormir nos confortáveis divãs e poltronas que dormimos no ano passado no aeroporto. Aí, a “local” aqui apenas não encontrou as p*rras dos divãs. Não achava, rodei o aeroporto inteiro e nada, resolvemos dormir num estofadinho de uma lan house que não estava funcionando. Detalhe: acordamos com a lan house bombando de gente e as mendigas aqui dormindo com as malas. No meio da lan.

Deixa no gelo e bora pra Berlim.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.