ALEX ROMAN E O 3D

7 11 2010

Há um tempo atrás estava comentando com um amigo fotógrafo sobre um curso de photoshop que eu estava vendo e ele me respondeu: “Photoshop é o carai, faz 3d…” Na hora fiquei meio assim, mas quando me apresentaram este vídeo… Fotógrafos e videomakers tremei.

Pois é. Viciado em arquitetura e fotografia, o espanhol Alex Roman virou sensação no momento em que postou um trabalho de computação gráfica de realidade AND bom gosto (item que James Cameron passou bem longe em Avatar) absurdos. Utilizando programas como 3D Studio Max, After Effects, Vray e outros, o cara criou, dirigiu, editou e sonorizou o filme inteiro sozinho. Se fosse fotografia ou vídeo já seria impressionante, mas sendo 3D puro… As cores, a luz, as texturas, a composição…

De chorar.





NAS & DAMIAN MARLEY

3 11 2010

Depois de tanto tempo sem atualizar aqui, tenho até que lembrar do que eu estava falando… Ah, ♥ Londres ♥…

Finalmente, finalmente, finalmente veríamos um show do Nas, aguardadíssimo!! Saímos da aula direto pro pico (estudar em horário integral tem suas desvantagens). O Hammersmith Apollo é meio longe, quase no limite da Zona 2 (difícil sair da zona 1 ou 2 em Londres) e já começamos pegando o metrô pro lado errado. Mesmo assim empolgadaças (eu, Nanda e Melissa), a empolgação morreu quando chegamos lá… O vacilo foi acreditar que “poxa nem tem muita divulgação, nem vai lotar, o pico cabe 5mil pessoas, tá relax“. Es-go-ta-do.
- “Pooorra, a gente vai ter que dar um jeito!” – aquela frase típica.
Os cambistas querendo 100 pounds sendo que o ingresso tava 35.
-”Vamos fazer cara de blasé e fingir que nem queremos tanto assim. Se pá eles baixam o valor.”
Cara de blasé, Melissa tentando fazer umas amizades pra ver se descobria algo,  um cara veio nos entrevistar para um site (“o que vcs esperam do show” e aquela coisa toda), recebemos flyer dos shows do Wu Tang e do Doom (PORRA, meus preferidos, será que o Doom vai mandar um sósia gordo?) e o horário de começar foi se aproximando.
Foi coisa de 3 segundos: um mano colou e jogou a gente pra dentro cobrando o valor real do ingresso. “Só não senta nas cadeiras porque senão alguém vai perceber, é lugar marcado.” – o tal mano cochichou.
Ok. Vimos ele sumindo e resolvemos nos embrenhar. Vamos ali mais perto vai, tá muito longe. E aqueles lugares ali, tão vazios, se alguém chegar a gente sai. E ali, mais na frente? Muito? Só um pouco mais… Enfim, nos acomodamos. Em três cadeiras bem no meio, impacientes.

E eis que o show começa. Porra, Nas, mano! O show era dele com Damian Marley, do lindíssimo disco Distant Relatives, mas é claro que eu tava na expectativa se também ia rolar alguma do Illmatic ou outras antigas.

Nas e Damian Marley

O público lá era completamente diferente do show que vimos no show do Antipop. Era público do rap mesmo, todo mundo cantando e pulando junto. “Only The Strong”, “Nah Mean”, o sample do Mulatu no som “As We Enter” enlouqueceu a galera. Acabei filmando pouco porque né… bora curtir o show!

E sim, ele não decepcionou, teve antigas:

Imagina quando ele lançou essa aqui ó:

Saímos acabadas e felizonas. Batata frita de vinagre & sal (não existe nada melhor no mundo dos salgadinhos) com  pepsi cola, metrô e zzzzzzzzzz…








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